domingo, 23 de junho de 2019

O Segredo do Abismo (The Abyss)


Informações:

Ano: 1989
Versão: S&C São Paulo

Personagem / Ator / Dublador:

Virgil Brigman ''Bud'' (Ed Harris): Armando Tiraboschi
Lindsey Brigman (Mary Elizabeth Mastrantonio): Cecília Lemes
Catfish De Vries (Leo Burmester): Walter Breda
Alan Carnes ''Hippy'' (Todd Graff): Élcio Sodré
Lisa Standing ''One Night'' (Kimberly Scott): 
Maralisi Tartarini
Ensign Monk (Adam Nelson): Francisco Brêtas
Capitão (Peter Ratray): Luiz Antônio Lobue

O Caminho do Diabo (Devil's Doorway)


Informações:

Ano: 1950
Versão: Herbert Richers
 
Personagem / Ator / Dublador: 

Lance Poole (Robert Tay
lor): Márcio Seixas
Verne Coolan (Louis Calhern): Antônio Patiño
Orrie Masters (Paula Raymond): Tereza Cristina
Zeke Carmody (Edgar Buchanan): Orlando Drummond
Sra. Masters (Spring Byington): Elza Martins
Ike Stapleton (James Millican): Carlos Seidl
Mr. Poole (Fritz Leiber): Dário Lourenço
Dr. C.O. MacQuillan (Harry Antrim): Hamilton Ricardo

Demônios da África (The Hellions)


Informações:

Ano: 1961
Versão: AIC

Personagem / Ator / Dublador: 

John Billings (Marty W
ilde): Flávio Galvão
Luke Billings (Lionel Jeffries): Xandó Batista
Mark Billings (Al Mulock): Rebello Neto

Outras Vozes: José Carlos Guerra.

Apocalypse Now (Apocalypse Now)


Informações:

Ano: 1979
Versão: Álamo

Personagem / Ator / Dublador:

Coronel Walter E. Kurtz (Marlon Brando): Guilherme Lopes
Capitão Benjamin L. Willard (Martin Sheen): Tatá Guarnieri
Tenente Coronel Bill Kilgore (Robert Duvall): Luiz Antônio Lobue
Jay 'Chef' Hicks (Frederic Forrest): Marcelo Pissardini
Lance B. Johnson (Sam Bottoms): Wendel Bezerra
Tyrone 'Clean' Miller (Laurence Fishburne): Vagner Fagundes
Chefe Phillips (Albert Hall): Wellington Lima
Coronel Lucas (Harrison Ford): Sérgio Moreno
Fotojornalista (Dennis Hopper): Carlos Silveira

Outras Vozes: Alexandre Marconato e Sílvio Giraldi.

Magno Marino


Arquivo de Som:

 
Capitão John Smith em A Tartaruga Tuchê

 


Biografia:

 
Magno Marino foi uma dubladora Paulistano e Carioca.
 
Magno Marino (pronuncia-se Marinho) começou a carreira como ator.

 

TV Paulista

 

Na TV Paulista, entrou por volta de meados dos anos de 1950.

 

Em 1958, participou do Teatro de Variedades, na TV Rio, na peça A Última Jornada (1958), como convidado da TV Paulista, ao lado de colegas de emissora, como Odair Marzano, Walter Avancini, Luís Pini, Osmano Cardoso, e Medeiro Filho.

 

Em 1958, foi com alguns atores para o Rio de Janeiro atuar no programa Teatro Moinho de Ouro, representar a peça Última Jornada (1958), ao lado de Odair Marzano, Luís Pini, Valter Avancini, Osmano Cardoso e Medeiros Filho.

 

Na Paulista, também participo do programa Teledrama, em peças como: Arara Vermelha (1958), O Retrato de Dorian Grey (1958), Tem Um Homem Lá Em Cima (1958), Um Nome de Mulher (1958), A Perola (1958), Direto Ao Coração (1958), Macbeth (1959), Greve em Pingo D'Água (1960), Um Gato no Triângulo (1960), Altas Finanças (1960), Minha Mulher... E Seu Marido (1960), entre outros.

 

Esteve também no programa Teledrama Três Leões, em peças como Em Nome da Lei (1959), A Mulher Que Não Existia (1959), O Destino Bate a Porta (1959), Fim da Linha (1960).

 

No programa Histórias Estranhas, atuou em peças como O Puritano (1959).

 

Também atuou nas novelas A Herdeira de Ferlac (1961), e Mateus Falcone (1961).

 

TV Tupi

 

Magno Marino (1968)

 

Na TV Tupi, participou da série O Vigilante Rodoviário (1962), de Ary Fernandes. Posteriormente, atua na novela Farrapo Humano (1963), de Ciro Brassini.

 

Deixa a emissora em 1968, quando se transfere para o Rio de Janeiro.

 

Rede Globo

 

Nos anos de 1970, foi para a Rede Globo aonde foi diretor de produções, atuando principalmente em programas humorísticos.

 

Em 1976, participou da novela Vejo a Lua no Céu (1976), usando seu nome artístico de Magno Egidio. Na novela fazia o papel de Felipe, tio da personagem Suzana interpretada por Norma Blum, tendo na produção também trabalhado ao lado dos também dubladores Alberto Perez, Isaac Bardavid, Luís Orione, e da jovem Miriam Ficher.

 

Rádio Nacional (SP)

 

Na época em que era contratado pela OVC e atuava na TV Paulista, também fazia atuações na Rádio Nacional.

 

Entre os programas em que participou na emissora, está o Grande Teatro Otávio Gabus Mendes, interpretando peças como A Grande Mentira (1959), Crime de Beatriz (1959), Uma Família Como Outras (1959), entre outras.

 

Cinema

 

No cinema, participou do filme O Vigilante e Os Cinco Valentes (1964), do diretor Ary Fernandes.

 

Vidal Pessoal

 

Magno era pai da também dubladora Magda Medeiros, que dublou apenas nos tempos de AIC e TV Cinesom.

 

Nomes Iguais

 

Existiu outro Magno Marino, que era cantor e diretor de rádio na década de 1950, que trabalhou em Santos e em São Paulo.

 

Dublagem

 

Na dublagem, entrou no início dos anos de 1960 na GravaSon. Nessa época, fazia a narração da série Além da Imaginação, aonde também dublava o criador da série em suas aparições no início de cada episódio. Também foi locutor no início e final da série Cidade Nua.


Catatau e Chuvisco


Continuou na empresa, quando a mesma muda seu nome para AIC. Na ocasião da mudança, chegam muitos desenhos na emissora, e Magno é escalado por Older Cazarré para muitos deles. Entre os personagens, estão o gato Chuvisco em Plic, Ploc e Chuvisco, a primeira voz de Catatau em Zé Colméia, além de diversas participações em outras séries de Hanna Barbera. Em desenhos, também fez pontas em Pica-Pau.

 

Em séries, foi a segunda voz do General Peterson em Jeannie é Um Gênio, pegando o personagem a partir da segunda temporada, além de pontas em séries como Perdidos no Espaço, Terra de Gigantes, Jornada nas Estrelas, entre outras.
 
Em 1969, sai da AIC e vai para o Rio de Janeiro trabalhar na empresa TV Cinesom, aonde desempenhou o papel de diretor de dublagem e dublador.

 

Entre alguns trabalhos no Rio, está o ator Milton Frome no filme de Jerry Lewis, Um Biruta Em Órbita.

 

Ary de Toledo (ao fundo), Celso Vasconcellos e Magno Marino na CineCastro (1972)

 

Alem da TV Cinesom, também trabalhou na CineCastro e Peri Filmes. Na CineCastro, foi a primeira voz do Capitão Kaoru Kiriyama na série Ultraseven.

 

Telecine foi seu último estúdio de atuação, tendo ficado até final dos anos de 1980, início dos anos de 1990. Entre outros trabalhos no estúdio, foi a voz de Si interpretado por John P. Ryan no filme Duelo de Gigantes.
 
Magno Marino veio a falecer em 1991.

 
Trabalhos:

 

Filmes

 

- Almirante Hathaway (Hudson Shotwell) em O Pior Calhambeque do Mundo

- Briggs (Richard Egan) em Barba Negra, o Pirata

- Chanceler Americano (Milton Frome) em Um Biruta Em Órbita

- Sr. Parry (Cecil Kellaway) em A Rainha Virgem

- Walter Beardsley (Moroni Olsen) em Interlúdio

- Sr. Loughran (Tom Helmore) em Armadilha Amorosa

- Si (John P. Ryan) em Duelo de Gigantes

- Aristide (Peter Bull) em O Estranho Caso do Conde

- MacDonald (Ian MacDonald) em Minha Vontade é a Lei

- George Healey (Richard Basehart) em Titanic

 

Séries


- Narrador (Rod Serling) em Além da Imaginação

- Narrador (Herbert B. Leonard) em Cidade Nua

- General Peterson (Barton MacLane) (segunda voz) em Jeannie é Um Gênio (1ª e 2ª Temporadas)

- Adams (Leslie Nielsen) em Viagem Ao Fundo do Mar

- Capitão Kaoru Kiriyama (Shouji Nakayama) (primeira voz) em Ultraseven

- Coringa (Cesar Romero) em Batman (3ª Temporada)

 

Desenhos

 

- Chuvisco (primeira voz) em Plic, Ploc e Chuvisco
- Capitão John Smith em A Tartaruga Tuchê

- Catatau (primeira voz) em Zé Colméia (1960)
- Personagens Secundários em Pica-Pau
- Capitão no episódio See-Saw em Lippy e Hardy
- Guarda no episódio A Visita do Vovô em Os Jetsons

- Capitão Black em Capitão Escarlate

 

Fontes: Jornal do Commercio, Universo AIC, Revista do Rádio, Menegatti74, Wikimedia, Valbene Cardozo, Marcelo Almeida, Taz, Radiolândia.

Marta Volpiani


Arquivo de Som:

Personagem Não Identificada (Florinda Meza) no episódio Vovô Matusquela em Chapolin


Biografia:

 
Marta Volpiani é uma dublador Paulistana.
 
Marta Volpiani nasceu em 9 de Abril de 1957, em Votuporanga, São Paulo.

 

Início

 

Quando adolescente cursou a Faculdade Unifev em Votuporanga.

 

Por volta de 1975/76 já em São Paulo, atua na EAD, Escola de Arte Dramática, mas não concluiu o curso por problemas financeiros. Na ocasião, trabalhava em um banco de manhã, atuava em um curso técnico de noite, e na EAD de tarde.
 

TVS


Nessa ocasião, em 1976, surge o teste para atuar na novela O Espantalho (1977) na TVS. E assim ingressa na vida artística. A novela é produzida pela TVS e exibida na Rede Record em 1977, quando a mesma ainda tinha vinculo com Silvio Santos, por ainda fazer parte do grupo de sócios da Rede Record, como também da TV Tupi, aonde a novela foi re-exibida em 1978 e 1979.

 

Abertura de O Espantalho (1977)

 

A novela foi escrita por Ivani Ribeiro, e dirigida por David Grimberg e José Miziara, ao lado de Fábio Cardoso, Theresa Amayo, Jardel Filho, Hélio Souto, Léa Camargo, Lídia Costa, Marthus Mathias, Nathália Timberg, Newton Prado, Percy Aires, Roberto Maya, Rolando Boldrin, Suzy Camacho, Walter Stuart, Riva Nimitz, e Wanda Kosmo.

 

Participou também da série, Minha Vida é Uma Novela (1977), no episódio Cara a Cara.

 

Em 1977, fez a novela Solar Paraíso (1978), de Luiz Quirini, com direção de David Grimberg e Roberto Monteiro, ao lado de Antônio Fonzar, Narjara Turetta, Matheus Carrieri, Antônio Petrin, David Neto, entre outros. Essa novela foi ao ar apenas no Rio de Janeiro, no final de 1978.
 

TV Tupi


No mesmo ano foi para a TV Tupi aonde fez uma participação na novela O Profeta (1978), de Ivani Ribeiro, com direção de Antonino Seabra e Álvaro Fugulin, ao lado de Carlos Augusto Strazzer, Débora Duarte, Elaine Caristina, Glauce Graieb, Rolando Boldrin, Cláudio Corrêa e Catro, Aldo César, Luiz Carlos de Moraes, Irene Ravache, John Herbert e Roberto Maya

 

Marta Volpiani (1977)


Em 1979, atua na novela, Tudo Bem (1979), de Ney Marcondes Braga e Carlos Lombardi, baseada nas histórias infantis escritas por Tatiana Belink, com direção de Attílio Ricco, ao lado de Ivana Bonifácio, Esther Goes, Geraldo Del Rey, Monique Lafont, Lilian Lemmertz, Elias Gleizer, Rogério Márcico, Jacques Lagoa, e grande elenco.

 

Muito provavelmente essa novela não chegou a ir ao ar, mas foi noticiado seu nome e elenco no jornal Correio Braziliense.

 

TV Bandeirantes


1 ano afastada das telenovelas, trabalhando em relações públicas, é convidada por Walter Avancini para ser a Malú, em A Deusa Vencida, na TV Bandeirantes, remake da novela homônima da TV Excelsior de 1965. Quem acaba pegando seu papel foi a atriz Neuci Lima, e Marta ficou com Lalucha, da novela Cavalo Amarelo, um de seus maiores sucessos na dramaturgia.

 

Nota do Jornal do Brasil (1980)

 

Cavalo Amarelo (1980) foi escrita por Ivani Ribeiro, dirigida por Henrique Martins e David José, e com supervisão de Walter Avancini. Atuou ao seu lado Dercy Gonçalves, Yoná Magalhães, Fulvio Stefanini, Rodolfo Mayer, Jorge Dória, Rolando Boldrin, Maximira Figueiredo, Newton Prato, Etty Fraser, Guilherme Corrêa, Aldo César, e grande elenco.

 

SBT


Em 1982 retorna a TVS, agora SBT, e participa de diversas novelas, entre elas Destino (1982), baseada na estória de Marisa Garrido, com adaptação de Raymundo Lopes e Crayton Sarzy, com direção de Waldemar de Moraes, Renato Petrauskas e David Grimberg, com o elenco de Ana Rosa, Flávio Galvão, Percy Aires, Guy Loup, José Parisi, Valter Santos, Eleu Salvador, Wandel Bezerra e Ulisses Bezerra.

 

Abertura de A Leoa (1982)

 

No mesmo ano atua em A Leoa (1982), de Crayton Sarzy e Raimundo Lopes, com direção de Waldemar de Moraes, Renato Petrauskas e David Grimberg, ao lado de Maria Estela, Luiz Parreiras, Suzy Camacho, Fábio Tomasini, Valter Santos, Wilma de Aguiar, entre outros

 

Em 1983 fez Anjo Maldito (1983), novela baseada na estória de Luiza Xammar, com direção de Waldemar de Moraes, e como o elenco de Elaine Cristina, Ênio Gonçalves, Arlete Montenegro, Guy Loup, Miriam Pires, Antônio Petrin, entre outros.

 

Marta em Vida Roubada (1983)

 

No mesmo ano fez Vida Roubada (1983), baseada em mais uma história estória Marissa Garrido, foi adaptada por Raimundo Lopes, com direção de Waldemar de Moraes e Antonino Seabra, e com o elenco de Suzy Camacho, Fausto Rocha, Eliane Gardini, Rogério Márcico, Maria Estela, Ana Rosa, Maria Luíza Castelli, Antônio Petrin Luiz Carlos de Moraes, Mário Cardoso e Yara Lins.

 

Em 1984 participou de Meus Filhos, Minha Vida (1984), escrita por Ismael Fernandes, Henrique Lobo e Crayton Sarzy, com direção de Antonino Seabra e Jardel Mello, e com o elenco de Miriam Pires, Dênis Derkian, Carlos Briani, Arlete Montenegro, Rogério Márcico, Patrícia Scalvi, Cleyde Yáconis, Carmen Silva, Eleu Salvador, Dante Ruy, Eudes Carvalho, Gessy Fonseca, Hélio Souto, José Parisi, José Parisi Jr., Marly Marley, Tereza Teller, Wendel Bezerra, Wilma de Aguiar e Xandó Batista.
 

Rede Record


Em 1997 foi para a Rede Record aonde participou da minissérie Por Amor e Ódio (1997), de de Vívian de Oliveira, com doreção de Atílio Riccó, e ao lado dos atores Gabriel Braga Nunes, Gisela Reimann, Daniela Camargo, Sérgio Viotti, Cleó Ventura, Cláudio Curi, Gerson Brenner, Jonas Mello, entre outros.

 

SBT

 

Márcio Ribeiro, Marta Volpiani e Sérgio Rufino em Câmera Café

 
Em 2007 Marta retorna ao SBT no programa humorístico Câmera Café (2007), aonde atuou entre outros ao lado dos atores Sérgio Rufino e Márcio Ribeiro.

 

Rede Record

 

Em 2011, participou do programa documentário, Marcas da Vida (2011), feito pela FremantleMedia, e exibido na Rede Record.

 

Cinema

 

Marta Volpiani (1980)


No cinema, atuou nos filmes, As Trapalhadas de Dom Quixote e Sancho Pança (1977), Belinda dos Orixás na Praia dos Desejos (1979), e A Noite dos Imorais (1979).

 

Teatro

 

No teatro, atuou na peça, Descalços no Parque (1995), ao lado de Eduardo Galvão, Tácito Rocha, Arlete Montenegro, e Walter Breda, no Teatro Ruth Escobar.

 

Curiosidades

 

Em 1983, Marta, junto ao apresentador Gugu Liberato, e a Matilde Mastrangi e Waltinho Magalhães, participou de uma brincadeira no quadro Sonho Maluco, do programa Viva a Noite. No quadro, os quatro entraram em uma caixão gigante.

 

O que não esperavam, é que quando a tampa se fechou, a tranca interna do caixão fechou. A chave para abrir a tranca estava no bolso de Gugu. Talvez pela dificuldade de Gugu pegar a chave, por estar em um espaço muito apertado, a produção acabou arrombando o caixão e tirando todos de dentro para evitar uma asfixia.

 

Vida Pessoal

 

Em 1980, seus pais mudaram-se para o interior, e Marta começa a morar sozinha desde então. Na ocasião, foi morar em um apartamento.

 

Dublagem

 

Na dublagem, ingressou no início dos anos de 1980, quando trabalhava na TVS e foi convidada para fazer um teste no estúdio Maga, que funcionava dentro da emissora. Nos anos de 1980, também esteve na Álamo, Pré-Estréia, e Elenco.


Marta Volpiani dublando Dona Florinda no Estúdio Gábia (2005)

 
Nos anos de 1990, passou pela Maga, Álamo, Gota Mágica, BKS, e Parisi Vídeo. Nos anos 2000, passou pelo Studio Gábia, Dublavídeo, Sigma, Gota Mágica, e DuBrasil. e nos anos de 2010, passou pelo Studio Gábia, TV Digital Group, e DuBrasil.


Marg Helgenberger


Entre seus trabalhos, temos as atrizes Marg Helgenberger em A Experiência 2: Mutação, e Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento, Debi Mazar em Batman Eternamente (VHS), e Beethoven 2 (VHS), Kathleen Marshall em Noiva Em Fuga, e nos dois filmes de O Diário da Princesa, Kathleen Turner em As Virgens Suicidas (VHS), e Um Passe de Mágica, e Sharon Stone em Alpha Dog, e Bobby (DVD).

 

Emma Thompson

  
Além disso, também dublou as atrizes Marilyn Monroe em Quanto Mais Quente Melhor (2ª Dublagem), Emma Thompson em Júnior (1ª Dublagem), e Meryl Streep em A Morte Lhe Cai Bem (VHS).

 

Dona Florinda


Em séries, sem duvida alguma a atriz mais marcante de todos os tempos que Marta dublou foi a Florinda Meza interpretada por Florinda Meza. A dublou em todas as produções que vieram para o Brasil até 2020, como Chaves, Chapolin, Chesperito, O Clube do Chaves, entre outros.

 

Hissae em Winspector


 Ainda em séries, Marta também fez a voz de Hissae Koyama interpretada por Sachiko Oguri em Winspector.
 

Em desenhos, foi Dona Florinda e Pópis em Chaves, Sra. Moroboshi em A Turma do Barulho, Vivian em Rei Arthur (1979), Rainha em Angel, a Menina das Flores, Narradora em Guerreiras Mágicas Rayearth, e Gail em Alvin e os Esquilos (Longa-Metragem).

 

Marta Volpiani e Cecília Lemes (2015)


Em novelas, foi Fiona Valente em Acorrentada, Cecilia Ocampo em Alma indomável, e Alicia Villagómez em A Força do Destino.

 

Marta Volpiani ao lado de dubladores no Festival da Boa Vizinhança

 

Em 24 de Outubro de 2010 participou do maior evento de Chaves no Brasil, o Festival da Boa Vizinhança, aonde compareceram todos os dubladores vivos da série, além da presença de Edgar Vivar e Carlos Villagrán.

 

Sandra Mara Azevedo e Marta Volpiani no Nacho Libre

 

Em 1 de Dezembro de 2012 participou ao lado de Sandra Mara Azevedo do evento Vamos Ao Nacho Libre Com o Polegar Vermelho.

 

Florinda Meza e Marta Volpiani (2015)

 

Em 25 de Fevereiro de 2015, Marta recebeu o seu maior prêmio como dubladora, ter a honra de conhecer a atriz que dublou, Florinda Mesa, a Dona Florinda. Chegou a presentear a atriz com pedras raras brasileira, já que sabia que Florinda sempre foi muito ligada em enfeites, e objetos e peças tradicionais, como tem em suas casas no México. Esse tipo de privilégio que Marta teve aconteceu poucas vezes na história da dublagem no Brasil.

 
Trabalhos:

 

Filmes

 

- Marg Helgenberger em A Experiência 2: Mutação, e Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento

- Debi Mazar em Batman Eternamente (VHS), Beethoven 2 (VHS), e Mulheres - O Sexo Forte

- Kathleen Marshall em Noiva Em Fuga, O Diário da Princesa, e O Diário da Princesa 2

- Kathleen Turner em As Virgens Suicidas (VHS), e Um Passe de Mágica
- Sharon Stone em Alpha Dog, e Bobby (DVD)

- Sugar Kane (Marilyn Monroe) em Quanto Mais Quente Melhor (2ª Dublagem)
- Dra. Diana Reddin (Emma Thompson) em Júnior (1ª Dublagem)

- Madeline Ashton (Meryl Streep) em A Morte Lhe Cai Bem (VHS)

- Kim (Juliet Stevenson) em Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez?

- Kate Jensen (Yvette Nipar) em Com as Próprias Mãos 3: Vingança Solitária

- Inteligência Suprema / Dr. Wendy Lawson / Mar-Vell (Annette Bening) em Capitã Marvel
- Lady Van Tassel (Miranda Richardson) em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça
- Sorsha (Joanne Whaley) em Willow - Na Terra da Magia
- Helen (Jeanne Tripplehorn) em Water World - O Segredo Das Águas
- Donna Jensen em Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento

- Debbie Jelinsky (Joan Cusack) em A Família Addams 2 (VHS)
- Lucy Lane (Maureen Teefy) em Supergirl - O Filme
- Julia (Lisa Darr) em Garota Boa de Bola
- Gail (Jane Lynch) em Alvin e os Esquilos
- Yoko Ono (Kim Miyori) em John e Yoko - Uma História de Amor
- Nora McTeague (Mary Ellen Trainor) em Os Puxa-Sacos
- Lorelei (Joanne Whalley) em O Homem Que Sabia de Menos
- Anne Loomis (Lucinda Jenney) em Matinee - Uma Sessão Muita Louca
- Claudine (Ruth Sheen) em Maratona de Amor
- Dalila (Hedy Lamarr) em Sansão e Dalila
- Peyton Van Den Broeck (Susanna Thompson) em Destinos Cruzados
- Nancy Aarons (Katrina Cerio) em Ponte Para Terabítia

 

Séries

 

- Florinda Meza em Chaves (SBT / DVD / Multishow), Chapolin (SBT / DVD / Multishow), Chespirito, Clube do Chaves, O Melhor de Chespirito (DVD) e Charrito - Um Herói Mexicano, e Aventuras em Marte
- Hissaae Koyama (Sachiko Oguri) em Winspector

 

Desenhos

 
- Sra. Moroboshi em A Turma do Barulho

- Vivian em Rei Arthur (1979)

- Rainha em Angel, a Menina das Flores
- Narradora em Guerreiras Mágicas Rayearth

- Mamãe Falcão em Franklin - O Tesouro do Lago da Tartaruga (Longa-Metragem)

- Gail em Alvin e os Esquilos (Longa-Metragem)

- Dona Florinda e Pópis em Chaves

 

Novelas

 

- Fiona Valente (Claudia Reyes) em Acorrentada

- Cecilia Ocampo (Esperanza Rendón) em Alma indomável

- Alicia Villagómez (Leticia Calderón) em A Força do Destino


Links Relacionados:

Chaves - 18/12/2010
30 Anos da Dublagem de Chaves - 08/01/2014


Fontes: Wikipedia, Canal 93Fr1, Canal SBT Online, Blog Expirados, Marta Volpiani, Acervo Pessoal, Jornal do Brasil, Hemeroteca Digital, Portal Chaves, Fórum Chaves, Blog Fnac, Carlos Rosas, Cinemagia, Pipoca Moderna, Cultura Pop á Rigor, Samba Rio Carnaval, Eduardo Blas, Rodrigo D'Angelo, Fórum Único Chespirito, Programa do Ratinho, SBT, Fã-Clube Chespirito Brasil, Canal 8, Telenoveleiros, Jornal dos Sports, Diário do Paraná, Correio Braziliense, Revista Manchete, Diário de Pernambuco.

Olney Cazarré


Arquivo de Som: 

James Stephens (Dick York) (terceira voz) em A Feiticeira


Biografia:

Olney Cazarré foi um dublador Paulista e Carioca.

Olney Berard Cazarré nasceu em 1945 na cidade do Rio de Janeiro.

Início

Olney começou a carreira no cinema em 1948, ainda criança, com 3 anos de idade, levado pelas mãos de sua mãe, no filme Mãe (1948), ao lado do irmão Older Cazarré que tinha 13 anos, e da mãe Dea Selva, que também trabalhava no filme. Após isso, Olney ingressou na carreira artística.

Cinema

Alem de Mãe, Olney fez outros filmes anos mais tarde como A Super Fêmea (1973), O Super Manso (1974), Quando Elas Querem e Eles Não (1975), Passaporte Para o Inferno (1976), Antônio Conselheiro (1977), Guerra dos Pelados (1977), Doramundo (1978), e Os Paspalhões em Pinóquio 2000 (1980). 

TV Tupi

Na TV, começou na TV Tupi na novela Rosa-dos-Ventos (1973), posteriormente atuando em Mulheres de Areia (1973),

TV Cultura

Em 1975, teve uma breve passagem pela TV Cultura, aonde atuou em peças teatrais no programa Antunes Filho em Preto e Branco (1975).

TV Tupi

 Meu Rico Português (1975)

Retorna a TV Tupi, aonde atua nas novelas Meu Rico Português (1975), e Os Apóstolos de Judas (1976).

Rede Globo

Na Rede Globo, ingressou como comediante, participando do programa de Jô Soares, Planeta dos Homens (1978-80), aonde fazia o macaco Dionísio e Tutóia.

Posteriormente, atuou no programa Chico Anysio Show (1982) fazendo o papel de um japonês chamado Fukuda, que não dominava bem a língua, e com isso se metia em muitos problemas. Também atuou no quadro Escolinha do Professor Raimundo, fazendo o seu consagrado personagem, João Bacurinha, um corintiano fanático.

Em séries na emissora, participou de Sítio do Pica-Pau Amarelo (1979), Caso Especial (1980), Amizade Colorida (1981), entre outras.

Em novelas, esteve em Feijão Maravilha (1979).

TV Cultura

Em 1982, retorna a TV Cultura, aonde atua na novela Pic Nic Classe C (1982), novela essa exibida em 3 canais: TV Cultura, TV Educadora, e TV Bandeirantes.

TVS

No ano seguinte, atua no humorístico, Reapertura (1983), ao lado de Renato Corte Real, Rogério Cardoso, Roni Rios, Rony Cócegas, Tutuca, Zilda Cardoso, Maria Teresa, Jorge Loredo, Geraldo Alves, Ary Leite, Viana Junior, e os colegas de dublagem Renato Master e Leda Figueiró.

Olney já havia trabalhos anos antes na emissora. Muito provavelmente em 1977.

Rede Globo

Retornando a emissora por volta de 1984, participa do humorístico, Humor Livre (1984).

João Bacurinha

Também retorna a Escolinha do Professor Raimundo (1987-90), com o seu personagem João Bacurinha, inicialmente dentro do programa Chico Anysio Show (1987-90), e posteriormente em programa próprio (1990).

Além do humorismo, também atuou na série Desejo (1989).

Olney é homenageado em 1991 em Chico City, por Chico Anysio, em tributo a seu falecimento.

Teatro

o teatro, começou em São Paulo. Entre as peças que atuou, está Charme 70 (1970), uma revista, ao lado de Marcos Lander, Marcelo Gastaldi, e Adin Nagin, na Boate Harém, na Liberdade.

 

No ano seguinte, esteve na peça Apocalipse (1971), no Teatro Oficina, ao lado de Cleo Ventura, Lizete Negreiros, Lígia de Paulo, Walter Breda, Ricardo Dias, e outros.


Em seguida veia Os Dois Cavalheiros de Verona (1971), no Teatro Ruth Escobar, ao lado de Nilda Maria, Elizabeth Gasper, Sérgio Mamberti, Jonas Mello, Ivan Setta, Osmano Cardoso, Turíbio Ruiz, Thlema Reston, e outros.

Na peça Sonho de Uma Noite de Verão (1972-73), no Teatro Maria Della Costa, esteve ao lado de Ewerton Castro, Ivete Bonfá, Jonas Bloch, Tereza Teller e outros.

O Peru e a Pomba (1973), no Teatro das Nações, foi sua última peça em São Paulo, aonde esteve ao lado de Gilmara Sanches, Chico Martins, Elizabeth Hartman, Emílio Di Biasi e Joshey Leão.

Rosana Garcia e OlneyCazarré em A Tocha na América (1983)

Em sua estréia nos palcos cariocas, Olney atuou em Cinderela do Petróleo (1976), no Teatro Ginásio, ao lado de Norma Blum, Milton Carneiro, Rogério Fróes, Berta Loran, Ari Leite e outros. Posteriormente, é substituído.

Em seguida veio Orquestra de Senhoritas (1976), no Teatro Princesa Isabel em São Paulo, ao lado de Paulo Goulart, Eloy de Araújo, Walter Cruz, e outros.

Antônio Fagundes, Olney Cazarré e Sandra Bréa

Depois de alguns anos sem atuar no Rio, retorna a cidade e atua na peça A História e Um História (1978-81), no Teatro Vanucci, ao lado de Antônio Fagundes e Sandra Bréa.


 Sônia Clara e Olney Cazarré (1981)

Em seguida fez Viva Sapata (1981), no Teatro Glória, ao lado de Sônia Clara, Carmem Figueira, Renata Fronzi, Oswaldo Louzada Agnes Fontoura, Martin Francisco e Arthur Costa Filho.

Depois atuou em La Vênus Desbundê (1981-82), no Teatro da Praia, ao lado de Elza Gomes, Martim Francisco, Newton Martins, Carla Neli, entre outros.

 Luiz Carlos Niño, Ettore Zuim, Silvio Fróes, Beto de Castro, Paulo Celestino Filho, Olney Cazarré, Gugu Olimecha, Silva Filho e Flávio Bruno (1983)

Na peça A Tocha na América (1983-84), no Teatro Rival, esteve ao lado de Rosana Garcia, Ilva Niño e Gugu Olimecha.

Marisa Alfala, Silvia Avelis, Olney Cazarré e Gugu Olimecha (1984)

Sua última atuação no teatro foi em Uma Histérica História (1984-85), no Teatro de Bolso Aurimar Rocha, ao lado de Gugu Olimecha, Helena Werneck, e Dulce Conforto.

Olney também foi diretor teatral, tendo dirigido as peças A História é Uma História (1978), e Uma Cama Para Quatro (1989-90), todas na capital carioca.

Olney Cazarré em A História é Uma História (1979)

Como produtor teatral, ficou responsável por A História é Uma História (1978) e Os Palhaços de Ouro (1979), ambas no Rio de Janeiro.

Vida Pessoal

 Older, Déa Selva, Nelson, Olmer e Olney (1956)

Olney Cazarré era irmão do ator e dublador Older Cazarré, do artista plástico Olmer Cazarré, e filhos dos atores Darcy Cazarré e Déa Selva.

Em 1956, sua mãe, Déa Selva, viuva de seu pai, Darcy Cazarré, casa-se com Nelson da Costa Machado.

Olney se casou em 1972 com Adibe. Seu único filho nasceu em 3 de Junho de 1973.
 
Dublagem

Na dublagem começou em meados dos anos de 1960 na AIC, levado por seu irmão Older Cazarré.

Olney dublando

Uma curiosidade sobre Olney, é que ele ingressou na AIC como projecionista, colocado pelo irmão Older, e com a promessa de que iria trabalhar e continuar os estudos. Older teve que ir ao o Rio, e deixou o irmão trabalhando na empresa. Quando voltou, o irmão havia largado os estudos, e por conta disso pede a demissão do mesmo da empresa, mas não consegue, pois Olney já havia se tornado dublador, e havia sido escalado para dublar um personagem fixo na empresa, que era o Pica-Pau. E assim Olney segue carreira na dublagem.
  
Coelho Ricochete

Na AIC, fez os personagens mais marcantes de sua carreira. Em desenhos, foi a voz de Pica-Pau nos episódios dublados no final dos anos de 1960, foi o indiano Hadji na versão dos anos de 1960 de Jonny Quest, o veloz Coelho Ricochete em Coelho Ricochete e Blau-Blau, Fofoquinha em Matraca-Trica e Fofoquinha, fez o carro Speed Buggy, foi Jace o ajudante de Space Ghost, entre outros.

 
Dick York

Em séries na AIC, fez a terceira voz de James Stephens interpretado por Dick York e a segunda voz de James Stephens interpretado por Dick Sargent em A Feiticeira, Micky interpretado por Micky Dolenz em Os Monkees, Alferes Pavel Checkov interpretado por Walter Koenig na primeira dublagem de Jornada nas Estrelas, a segunda voz de Joshua Bolt interpretado por David Soul em E As Noivas Chegaram, entre outros. Nos anos de 1980 foi para o Rio de Janeiro, aonde foi dublar na Herbert Richers.
 
No Rio, também fez alguns trabalhos marcantes, como nos filmes, dando voz a George Martín interpretado por Andrew Rubin em Loucademia de Polícia, o Diretor Jesse interpretado por Steve Inwood em Os Embalos de Sábado Continuam, entre outros. Em série foi Ray Krebbs interpretado por Steve Kanaly em Dallas, entre outros.

Olney também era diretor de dublagem, tendo dirigido o desenho Pica-Pau na AIC, e o desenho Tom e Jerry na BKS, entre outros.

Pica-Pau

Nos anos de 1980 intercalava a dublagem no Rio com a de São Paulo, tendo feito na época em São Paulo novamente o Pica Pau, na última remessa de episódios que vieram do pássaro no Brasil, retomando o seu personagem que havia feito nos anos de 1960, depois de não poder tê-lo continuado dublando nos anos de 1970 por estar ausente no Rio em uma temporada no Teatro, entre outros trabalhos em São Paulo. Olney era cardíaco, e alem disso sofria de tromboangeíte obliterante, ambos por decorrência do diabete mal cuidado, e os vícios em álcool e cigarro, o que resultou na amputação das duas pernas no final dos anos de 1980.
 
Em 19 de Janeiro de 1991, Olney perdeu a luta contra a doença, e veio a falecer, deixando um legado de interpretações, tanto na dublagem quanto em sua carreira de ator. Sem duvida nenhuma Olney até hoje faz falta para a nossa dramaturgia e dublagem brasileira.

Trabalhos:

Filmes

- Diretor Jesse (Steve Inwood) em Os Embalos de Sábado Continuam
- Soldado Meredith C. Bixby (Jerry Lewis) em O Bamba do Regimento
- George Martín (Andrew Rubin) em Loucademia de Polícia
- Billy Lee Blake (Peter Lazer) em Hombre
- Wayne Lomax (Ed Harris) em Um Lugar no Coração

Séries

- James Stephens (Dick York) (terceira voz) e James Stephens (Dick Sargent) (segunda voz) em A Feiticeira
- Ray Krebbs (Steve Kanaly) em Dallas
- Micky (Micky Dolenz) em Os Monkees
- Alferes Pavel Checkov (Walter Koenig) em Jornada nas Estrelas (1ª Dublagem)
- Joshua Bolt (David Soul) (segunda voz) em E As Noivas Chegaram
- Cap. Louis LeBeau (Robert Clary) em Guerra, Sombra e Água Fresca
- Guarda (José Luís Amaro) e Funcionário do Parque de Diversões (Abraham Stavans) em Chaves
- Jericho (Robert Logan) em Daniel Boone

Desenhos

- Hadji Singh em Jonny Quest (Anos de 1960)
- Coelho Ricochete em Coelho Ricochete e Blau-Blau
- Fofoquinha em Matraca-Trica e Fofoquinha
- Jace em Space Ghost (1ª Dublagem)
- Speed Buggy em Speed Buggy
- Goober em Goober e Os Caçadores de Fantasmas
- Elvis em Butch Cassidy e Os Sundance Kids
- Pica-Pau (primeira e terceira voz) em Pica-Pau (Clássico)
- Soldado da Horda e Látego em She-Ra - A Princesa do Poder
- personagens secundários em Tom e Jerry (1ª Dublagem)
- Skyfire em Transformers
- Tom em Tom e Jerry (BKS)
- Zé Colméia em Zé Colméia, o Urso Amigo
- Teco em Tico e Teco (VHS)

Direções de Dublagem

Séries

- A Feiticeira (3ª Temporada, junto com José Soares, 4ª, e início da 5ª Temporada)

Desenhos

- Pica-Pau (AIC)
- Tom e Jerry (BKS)

Links Relacionados:

Vozes Consagradas do Brasil - Parte 1 - 09/10/2010
Os Maiores dos Desenhos - 10/10/2012


Fontes: Dublanet, Universo AIC, Acervo Pessoal, IMDB, Jornal do Brasil, O Fluminense, Wikipédia, Rede Globo, Última Hora, Revista Manchete, Diário da Noite (SP), O Jornal (RJ), Diário de Notícias (RJ), Todo o Teatro Carioca, Tribuna da Imprensa (RJ), O Tempo.

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